KDrama no. 125 - O Amor pode ser Traduzido?
Gracinha. Recomendo. Um enredo diferente, interessante. Gostei bastante, não só por que tem o Oppa Kim Seon Ho com suas covinhas lindas, mas também, os produtores investiram muito nas locações: Canadá, Itália, Japão, com imagens maravilhosas. Além do que, são apenas 12 episódios, a enrolação é pouca.
As mudanças entre presente e passado são sutilíssimas, muito bem feitas. Há momentos em que o espectador se perde na história, mas não atrapalha o entendimento do total - acredito que a maior culpa vem da transposição do coreano para o português.
Ela é atriz e precisa de um tradutor para a entrevista em outra língua. Cabecinha de vento, mete os pés pelas mãos muitas vezes, "wears her heart on her sleeve", não tem medo de confessar-se atraída por ele. Mas o cara é reservado, arredio, arrumadinho, além de estar apaixonado pela noiva do irmão. É rejeição em cima de rejeição. Os dois falam dialetos diferentes, ele, principalmente, não a entende. Porém, conforme vão se conhecendo, a delicadeza e a simpatia dela acabam por conquistá-lo.
Dos percalços dá pra apontar o fato de a garota por quem ele tem uma queda passar a ser a produtora do programa de tevê que ela está gravando com um galã japonês (daí a necessidade da presença dele). A protagonista traz problemas com a família e guarda dentro de si um segredo: assistiu a um assassinato, mas se recusa a reconhecer isto. Ela desenvolve uma segunda personalidade, doidivanas, que vai e vem ao bel-prazer, causando muitos problemas.
A notar o diálogo entre o tradutor e um mentor: quantas línguas existem? Tantas quantas são as pessoas na face da terra, pois cada uma tem sua própria linguagem.







