Wednesday, 9 December 2020

Na Revista Cavalo Árabe

 

Repensando o feminino

A atriz Holly Hunter personificou a tenista Billy Jean King num filme drama/documentário que tem passado na televisão. Billy Jean estava com trinta anos quando foi desafiada por um campeão mundial que precisava se autopromover. Bobby Riggs percebeu a onda crescente do feminismo e aproveitou a oportunidade. Billy Jean era a melhor jogadora feminina das quadras naquele ano de 1973, mas recusou-se a dar atenção às provocações de Bobby. No entanto, outras tenistas aceitaram jogar contra ele, que as humilhou. Ela não suportou a pressão da “Batalha dos Sexos” e marcou a data do jogo. Foi um passeio: Billy Jean venceu os três sets, com muita classe e determinação.

O masculino e o feminino foram, são e serão sempre comparados, é inevitável. Podemos olhá-los como melhor/pior, mais/menos, forte/fraco, positivo/negativo — e não me entendam mal: a ordem em que escrevi não tem nada a ver com “ele” ser as coisas superlativas e “ela” não. Na verdade, acho que é preferível perceber masculino e feminino cada um com suas qualidades específicas, como duas forças (literalmente ou figurativamente) que se complementam.

Fêmeas e machos têm papéis distintos na história, ambos com sua importância. De uma forma geral, o trabalho do macho é para fora, é macro, é contundente, enquanto que o da fêmea é interno, é micro, é sutil, embora igualmente eficiente e necessário.

Ainda este ano, na edição número 33 desta revista falamos sobre elas, as matrizes e identificamos as mais celebradas do país. Conjugamos o verbo reprodução na terceira pessoa do singular, feminino. Porém, o assunto não se esgotou ali, porque agora, em nossos pastos, elas carregam nos ventres os produtos com datas de nascimento 2010, o futuro de nossa criação. E uma tendência de mercado se delineia: a grande oferta de éguas e a pouca demanda por elas. Resultado dos programas de transferência de embriões, as matrizes comprovadas são privilegiadas em detrimento das outras. A proposta geral parece ser arriscar-se muito menos nos testes de qualidades de uma fêmea do que já foi feito no passado.

Se até a pouco um criatório típico constituía-se de um garanhão e diversas matrizes, hoje bastam poucas éguas, desde que se tenha esquema de inseminação artificial e de transferência de embrião eficientes e, certamente, um bom conhecimento do processo de reprodução. Isso leva o criador tradicional a se confrontar com a questão de o que fazer com as matrizes excedentes dentro de seu programa. Porque elas realmente “sobram”!

Sim, sabemos que a maior procura do consumidor “genérico”, ou o dito usuário de cavalos, nos haras é pelos potros machos. E as potrinhas continuam em casa... Algumas, de estrela brilhante, serão selecionadas como matrizes. As outras, caso tenham sorte, poderão virar receptoras.

Está na hora de aparecer éguas Billy Jeans nos esportes do Árabe. Que elas mostrem que também são fortes, também são velozes — já contei a história daquela russa que não deixava ninguém, macho ou fêmea, passar a sua frente —, também são fiéis, e que podem proporcionar muitas alegrias a seus proprietários.

Tuesday, 8 December 2020

RIP

 Descanse em paz, Eduardo Galvão! 

Fique em casa, Covid mata!


Merry Christmas, Joyeux Noel, Frohe Weinachten, Feliz Navidad!




Feliz Natal! - Clique para ouvir a música!

Monday, 7 December 2020

Dois em Um

 Dois contos em um só livro. Uma grande potoca e uma aventura de férias. 'Goiaba em Calda' e 'Travessia'. Agora na Amazon, em formato eletrônico. Divirta-se!



Friday, 4 December 2020

5/5 Posts Trilha Sonora - Declaração de Amor



No terceiro romance da autora brasileira Nancy de Lustoza Barros e Hirsch há um amor que se perpetua através dos tempos. Você pode encontrar o livro na Prosa & Verso Livraria (24) 3353-3578  - encomende seu exemplar e apaixone-se também pelos personagens de Sob o Signo de Centauro.

videomo abipez giruni dauemi

Thursday, 3 December 2020

4/5 Dias em Sob o Signo de Centauro



Era uma vez duas famílias muito amigas, uma romântica estradinha de terra ladeada de touceiras de bambu separava suas fazendas. Alguma coisa, no entanto, aconteceu, que o caminho foi fechado com arame farpado e as famílias se tornaram inimigas figadais. É nesse ambiente que se desenvolve a história de Laura Maqui no romance de Nancy de Lustoza Barros e Hirsch - Sob o Signo de Centauro.

Foto: bambus na selva

Wednesday, 2 December 2020

3/5 Posts do Romance Sob o Signo de Centauro


Este é o terceiro post de uma sequência de cinco sobre o livro da autora brasileira Nancy de Lustoza Barros e Hirsch.

Herança da mãe de Laura, a fazenda e criatório de cavalos da família Maqui fica em Itaipava na serra de Petrópolis/RJ, cujas terras fazem limite com a cidade de Nossa Senhora do Outeiro Santo, mais especificamente com o haras D'O. É lá que os gêmeos passam fins de semana, feriados e férias, aproveitando a amizade com os herdeiros do Visconde Avoeiros Bogado.

Tuesday, 1 December 2020

2/5 Posts - Locação em Sob o Signo de Centauro


Segundo de cinco posts sobre o romance da autora brasileira Nancy de Lustoza Barros e Hirsch. Laura Maqui e o irmão gêmeo Rico nasceram no Rio de Janeiro e frequentavam a praia de Copacabana. Até que ela se muda para São Paulo e, mais tarde, para Milão na Itália. Você pode adquirir seu exemplar através deste blog ou, se preferir em formato eletrônico, na Amazon.

foto: dona teteia