Feliz 5780!
Thursday, 26 September 2019
Wednesday, 25 September 2019
Bem ou Mal no Vale das Luas
Toda história tem um vilão e um galã, um mocinho e um bandido. No quinto romance Vale das Luas da autora brasileira Nancy de Lustoza Barros e Hirsch não é diferente. Resta saber qual é o papel que Daryus Seixas desempenha: herói ou canalha? Acompanhe a saga de Diana Queirós e veja o que ela descobre. O livro pode ser adquirido através deste blog, pelo e-mail cfhny@namahe.com.br , na Prosa & Verso Livraria, e na Livraria Asabeça.
Na foto, o ator Jeffrey Sean Morgan que bem poderia personificar Daryus.
Tuesday, 24 September 2019
Guerreiro
Texto publicado na revista Cavalo Árabe em julho 2019
Era uma vez um homem desequilibrado, megalomaníaco e possuidor de um
poder bélico impressionante. Ele idealizou uma raça humana pura sobre a qual
reinaria supremo e não hesitou em matar e torturar para atingir seu intuito. Roubou
bens particulares, pilhou países, aplicou sua própria lei com toda a crueldade
que possuía dentro de si.
E se ele sonhou com a supremacia de seu povo, também imaginou que suas
tropas alemãs estariam munidas dos melhores cavalos do universo, àquela época
ainda considerados como uma importante arma de guerra. Foi quando um de seus
comandantes se incumbiu de amealhar para o líder os melhores espécimes
existentes.
Dois grupos de cavalos se destacaram nessa história de terror: os belos
tordilhos da Escola Espanhola de Equitação, na Áustria, e os Árabes do
criatório Janow Podlasky, na Polônia.
As tramas desse enredo foram intrincadas e envolveram alemães – amigos
e inimigos, russos, poloneses, austríacos e americanos. Num mundo em guerra, os
cavalos foram instalados em locais protegidos. Porém, ao longo dos anos em
conflito, a fome passou a assombrar cavalos e tratadores. Forças inimigas se
aproximavam tanto de um lado como do outro. Os alemães lutavam para manter suas
posições, mas os russos, ofendidos pela invasão de seu país, chegavam
impiedosos, vingativos. Também estavam famintos e a carne de cavalo lhes era
apetitosa.
Demonstrações de bravura, de coragem, dedicação à preservação da arte
equestre e um profundo amor aos cavalos evitaram a extinção destes animais.
Houve o treinador austríaco que escondeu alimentos e material de
selaria precioso num vão de um castelo, ato que poderia ser considerado alta traição.
O veterinário alemão que convenceu um superior a se entregar aos inimigos para
que os cavalos pudessem ser salvos. O americano escolhido para negociar os
termos de rendição e que atravessou quilômetros na escuridão da noite, montado
num cavalo que não conhecia.
Não foi difícil obter a concordância do grande General Patton, um
cavaleiro por excelência, para que uma operação de resgate fosse montada. Seus
comandados conseguiram levar os animais a salvo, sem incidentes provocados pelo
inimigo. Das centenas de animais inicialmente reunidos pelos alemães, apenas
sobraram 50! Os tordilhos austríacos voltaram para casa. Parte da tropa de Árabes
poloneses retornou a Janow, e parte os americanos levaram para os EUA.
Entre os que atravessaram o oceano Atlântico estava o castanho Witez II,
cujo nome significa chefe, rei, guerreiro ou herói. Nascido na Polônia em 1938,
ele era uma das grandes promessas para a criação de Árabes do Janow Podlaski,
junto com seus dois irmãos Witraz e Wielki Szjlam, todos filhos de Ofir. No
início da guerra, Witez era um cavalo jovem que, durante um trajeto de remoção,
assustado com o som da artilharia, perdeu-se pela floresta... Foi por pura
sorte encontrado e levado para se juntar a um grupo de matrizes, separando-se
assim de seus irmãos.
Witraz e Wielki Szjlam foram os responsáveis pela reconstrução do
plantel polonês e Witez, na América, tornou-se “herói de guerra”. Além de
amealhar importantes prêmios em performance ele mesmo, seus filhos foram muito
apreciados. Sua fama ajudou a consolidar os alicerces da criação de cavalos da
raça Árabe nos EUA.
Quem se interessar por ler a história da busca do cavalo perfeito pode
recorrer ao recém lançado livro “O Cavalo Perfeito” da autora norte-americana
Elizabeth Letts, editado pela Panda Books. É emocionante acompanhar todos os
perigos superados por Witez, junto com outros tantos. Será que você tem em seu
plantel um descendente destes guerreiros?
Monday, 23 September 2019
Problemas Técnicos
É sábado e Diana precisa resolver a questão urgente de seu meio de transporte: o carro está batendo pino. Quando Júnia e ela chegam à garagem mecânica de Daryus Seixas a surpresa é grande: nunca poderia imaginar que TODAS as mulheres de Remanso se interessassem tanto por motores, porque, sem dúvida, o contingente feminino inteiro da cidade estava ali reunido!
Se você tem curiosidade em saber o desenrolar desta história, leia o romance "Vale das Luas" da autora brasileira Nancy de Lustoza Barros e Hirsch, disponível através da livraria Asabeça, da Prosa e Verso Livraria (24) 3353 3578 ou clique aqui: e-mail
Thursday, 19 September 2019
Cidades
A autora brasileira Nancy de Lustoza Barros e Hirsch criou para suas obras três cidades fictícias e seus personagens circulam entre a paisagem rural e a urbana.
Remanso fica na região sul do estado do Rio de Janeiro, próxima a Resende e ao pico das Agulhas Negras, e aparece em seu primeiro livro Passo Trote Galope.
Depois, Remanso volta a ser cenário no segundo romance Quer Apostar? junto com Nossa Senhora do Outeiro Santo. Esta é vizinha de Itaipava na serra Petropolitana, também no RJ.
O terceiro livro, Sob o Signo de Centauro, traz novamente Outeiro Santo como palco.
As peripécias de Roni Assunção no quarto romance, Carrossel, vão acontecer principalmente em Vila do Dique, vizinha a Jaguariúna em São Paulo.
Remanso retorna na quinta obra, Vale das Luas.
Por fim, Outeiro Santo ressurge em Perdi a Cabeça, o sexto produto literário de Nancy.
A novidade agora é que Vila do Dique volta à pauta no sétimo romance, provisoriamente chamado de Piuí. Ainda em fase de desenvolvimento, a trama gira em torno de uma empresa concessionária de uma linha de trem. Fique atento às postagens para saber mais sobre a inédita história!
Na foto, quadro de Miriam Nigri Schreier.
Wednesday, 18 September 2019
Houdini, o cão
No romance "Carrossel" da autora brasileira Nancy de Lustoza Barros e Hirsch, o vira-lata da fazenda Alta Vista, Houdini, foi assim batizado pela sua capacidade de fugir de qualquer lugar em que estivesse. Companheiro das aventuras de Roni, Ique Assunção e da garotada dos colonos.
Tuesday, 17 September 2019
Poemas Esquecidos VIII
TERRA DE SANTA CRUZ
Pelos caminhos de terra,
do fundo do mundo distante,
veio o velho vestido de vida
beber a sexta-feira sofrida
e enganar a fome forçada
de todos os dias, de todo instante:
Eu, filho deserdado de meu povo
na sentença de tua boca...
Pelos corações cansados
apenas o colapso e a tragédia
ou a grande comédia encenada
no planalto central da Terra
de Santa Cruz, para onde
seguem os guerreiros santos,
filhos da terra mesmo,
do índio ou do negro e do
navegante de além mar;
partidos e paridos da mesma dor fria que percorreu
o ventre magro da mãe-terra
ou do grito de guerra da semente
de Virgulino Ferreira Lampião:
Eu, filho vendido de meu tempo
na feira humanda de teus atos...
STOS
Junho 1975
Monday, 16 September 2019
Locação - O Projeto de Titan
Sobre o romance Carrossel da autora brasileira Nancy de Lustoza Barros e Hirsch.
Haras Larissa e Fazenda Santo Antônio: inspiração para o empreendimento imobiliário que a construtora de Ilkar Titan lançou em Vila do Dique e que agora pretende ampliar, comprando mais terras da família Assunção. E assim começa a discórdia!
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